Seduz-me.
Que te entrego
Em versos
Meu corpo,sem medo.
O arrepio da minha pele.
A fragilidade
Das minhas texturaS.
O sabor palpavel
Das minhas loucuras.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
| António Ramos Rosa |
Amo o teu túmido candor de astro
a tua pura integridade delicada
a tua permanente adolescência de segredo
a tua fragilidade acesa sempre altiva
Por ti eu sou a leve segurança de um peito
que pulsa e canta a sua chama
que se levanta e inclina ao teu hálito de pássaro
ou à chuva das tuas pétalas de prata
Se guardo algum tesouro não o prendo
porque quero oferecer-te a paz de um sonho aberto
que dure e flua nas tuas veias lentas
e seja um perfume ou um beijo um suspiro solar
Ofereço-te esta frágil flor esta pedra de chuva
para que sintas a verde frescura
de um pomar de brancas cortesias
porque é por ti que vivo é por ti que nasço
porque amo o ouro vivo do teu rosto
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